A eficácia decepcionante da vacina conhecida como CVnCoV emergiu em uma análise provisória baseada em 134 casos de Covid-19 do estudo com cerca de 40 mil voluntários na Europa e na América Latina.
As apostas para a CureVac e para possíveis compradores europeus da vacina aumentaram depois que limites de idade foram impostos no uso das vacinas da Johnson & Johnson e da AstraZeneca devido a problemas de coagulação extremamente raros, mas potencialmente fatais.
Também se esperava que a vacina da CureVac ajudasse países de renda baixa e média que estão muito atrás de nações mais ricas no esforço global de imunização.
Firmando os únicos acordos grandes de suprimento com a CureVac, a UE garantiu em novembro até 450 milhões de doses da vacina, das quais 180 milhões são opcionais. O negócio veio na esteira de um memorando de entendimentos com a Alemanha para a entrega de outras 20 milhões de doses.
Negociadas na bolsa dos Estados Unidos, as ações da CureVac caíram 50,6% e ficaram em US$ 46,81 após o pregão na esteira da publicação dos dados.
A empresa disse que ao menos 13 variantes do vírus respondem pelas infecções na população estudada.
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