Em conversa com jornalistas depois a visitante ao pai, Carlos Bolsonaro afirmou que o pai está “devastado psicologicamente” e que não está se alimentando muito. Antes de Carlos, o senador Flávio Bolsonaro também fez uma visitante ao ex-presidente na Superintendência da Polícia Federalista em Brasília.
De pacto com preceito de do ministro Alexandre de Moraes, as visitas de Carlos e Flávio deveriam ocorrer de forma separada, entre 9h às 11h, com até 30 minutos de duração. Por volta das 9h18, Flávio chegou ao prédio. E, às 9h20, Carlos chegou.
Na conversa com jornalistas, Carlos Bolsonaro falou sobre as condições do pai na prisão: “A saúde emocional dele já vem sido propositalmente desgastada há muito tempo, é um processo que eu acredito que seja premeditado, mas a gente está cá para fazê-lo não desistir. Ele está comendo pouco, está mantendo aí do jeito que tem que ser mantido. Uma hora isso vai findar desaguando num momento que pode permanecer ruim para ele e isso preocupa muito a família.”
Carlos também afirmou que Bolsonaro chorou durante a visitante: “A gente bateu um papo ali de pai para fruto. Ele chorou na visitante, ele considera uma injustiça gigantesca uma vez que eu também considero, uma tentativa de golpe que ele não estava cá.” Perguntado se ouve a tentativa de golpe, Carlos corrigiu: “Uma tentativa de golpe que não existiu”.
Carlos nega tentativa de fuga de Bolsonaro
Perguntado sobre a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, Carlos criticou o roupa de o pai estar usando a tornozeleira e negou a tentativa de fuga: “Ele não tinha nem que estar com tornozeleira. Ele estava usando tornozeleira por um processo em que ele não foi nem denunciado. Ele não tentou violar a cinturão da tornozeleira para justificar qualquer fuga.”
De pacto com Carlos, Bolsonaro não conversou com ele sobre a tentativa de violação da tornozeleira, nem sobre a possibilidade de ir para a Papuda. “Foram 30 minutos, não é o tempo suficiente pra gente conversar sobre tudo o que a gente quer. ”









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