A Justiça Federalista do Região Federalista decidiu manter a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, possuinte do Banco Master, depois audiência de custódia nesta terça-feira (18). Vorcaro foi represado pela PF (Polícia Federalista) na noite desta segunda-feira (17), em São Paulo, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Além de Vorcaro, Augusto Lima, sócio do Master, e outros 5 presos também passaram por audiência de custódia e todos permanecem presos por preceito da Justiça.
As prisões ocorreram no contexto da Operação Compliance Zero, que mirou a venda de títulos de crédito falsos. Segundo a PF, os envolvidos no esquema teriam cometido crimes graves uma vez que gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.
Ao todo, os policiais federais cumpriram cinco mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária, além de 25 mandados de procura e mortificação e medidas cautelares diversas da prisão, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Região Federalista.
Banco Master
Um dia antes da operação, o consórcio liderado pelo grupo de investimento Fictor Holding Financeira anunciou uma proposta de compra do Banco Master. Em setembro, o Banco Mediano rejeitou a obtenção pelo BRB (Banco de Brasília).
Nesta terça, o BC (Banco Mediano) decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master. A decisão encerrou as chances de a instituição ser vendida ao Grupo Fictor. Em setembro, o Banco Mediano rejeitou uma tentativa do BRB (Banco de Brasília) de comprar o Master. Em março, o juízo de governo do BRB aprovou a celebração de um contrato para a compra e venda de ações do Banco Master.
As investigações tiveram início em 2024, depois requisição do Ministério Público Federalista, para investigar a verosímil fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Tais títulos teriam sido vendidos a outro banco e, depois fiscalização do Banco Mediano, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.
Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, depois fiscalização do Banco Mediano, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.









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