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Lula tem 15 trocas ministeriais e novas mudanças são esperadas em 2026

Mudanças no governo seguem com foco nas eleições do próximo ano.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/01/2026 às 08:01 · Atualizado há 6 horas
Lula tem 15 trocas ministeriais e novas mudanças são esperadas em 2026
Foto: Reprodução / Arquivo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou 2026 com a 15ª troca ministerial, após o pedido de demissão de Ricardo Lewandowski na última semana.

Ministério da Justiça e Segurança Pública

Até o momento, Lula não anunciou quem assumirá o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O secretário-executivo da pasta, Manoel Carlos de Almeida Neto, foi nomeado como ministro interino até que um novo nome seja definido.

Possíveis mudanças em outras pastas

A primeira movimentação nas cadeiras da Esplanada em 2026 já ocorreu, e a próxima pode ser no Ministério da Igualdade Racial. Anielle Franco, atual ministra, confirmou que deve deixar o cargo para se candidatar à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026, com o apoio de Lula.

Ministério da Fazenda

Outra mudança deve acontecer no Ministério da Fazenda, onde Fernando Haddad manifestou a intenção de sair até fevereiro para se dedicar à campanha eleitoral de Lula. Ele considera que a função atual é incompatível com a nova missão que pretende assumir.

Reacomodação de ministros

Lula também está avaliando a reacomodação de ministros que não irão disputar as eleições, como Wellington Dias e Camilo Santana, ambos ex-governadores e importantes nomes do PT no Nordeste.

Possíveis novos nomes

Wellington Dias é cotado para assumir a Secretaria de Relações Institucionais no lugar de Gleisi Hoffmann, enquanto Camilo Santana pode ocupar a Casa Civil, substituindo Rui Costa. Gleisi e Rui pretendem deixar seus cargos para concorrer a vagas no Legislativo.

Camilo Santana também é considerado para a vaga deixada por Lewandowski no Ministério da Justiça, ao lado de Wellington César Lima e Silva, que já ocupou a função em 2016 durante o governo de Dilma Rousseff.

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