O número de mortos nos protestos que eclodiram no Irã há quase duas semanas chegou a 192, conforme informado por uma ONG que monitora a situação no país. A polícia iraniana declarou que os confrontos com os manifestantes se intensificaram, enquanto o governo enfrenta acusações de violência policial.
Aumento das mortes e violência policial
Os protestos no Irã, que começaram há quase duas semanas, resultaram em um aumento significativo no número de mortos, que agora é de 192, segundo dados de uma ONG. A situação se agrava com denúncias de violência policial, levando o chefe da polícia, Ahmad-Reza Radan, a afirmar que o nível de confronto com os manifestantes se intensificou.
Reações do governo iraniano
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, acusou os Estados Unidos e Israel de estarem por trás da instabilidade no país, chamando-os de responsáveis por "semear caos e desordem". Ele também tentou estabelecer um diálogo com a população, ao mesmo tempo em que a polícia reforçou que os confrontos aumentaram.
Contexto e repercussões internacionais
As tensões no Irã ocorrem em meio a um cenário de fragilidade política e militar, exacerbado por ameaças de retaliação contra Israel e bases dos EUA no Oriente Médio. O governo iraniano enfrenta uma pressão interna crescente, e a repressão aos protestos se intensificou, com acusações de que os EUA estariam incitando a violência.
Destaques:
- Número de mortos nos protestos no Irã chega a 192.
- Polícia iraniana afirma que confrontos com manifestantes se intensificaram.
- Governo do Irã acusa EUA e Israel de fomentar a desordem no país.