Por Gabriel Alves
(Folhapress) – Uma novidade utensílio pode transformar a maneira uma vez que o Brasil lida com a saúde mental no SUS (Sistema Único de Saúde). A Graduação Brasileira de Avaliação das Necessidades de Desvelo em Saúde Mental (CuidaSM), criada por pesquisadores do Einstein Hospital Israelita, é uma tentativa de ajudar a atenção primária a identificar, entre os milhões de brasileiros que sofrem com problemas uma vez que impaciência e depressão, aqueles que necessitam de atendimento especializado ou que podem receber assistência já nessa instância.
O questionário com 17 itens foi desenvolvido ao longo de quatro anos pelo Einstein no contextura do Programa de Esteio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), que apoia iniciativas de um grupo de hospitais filantrópicos de vantagem em colaboração com o Ministério da Saúde, em contrapartida à isenção tributária dessas organizações.
O instrumento, descrito em artigos nos periódicos científicos PLOS One e Revista de Saúde Pública, foi testado em mais de 800 usuários da atenção primária em 11 serviços de saúde distribuídos por Goiás, Maranhão e Rondônia.
Na pesquisa, os pacientes foram classificados em três estratos: 47% tinham “urgência ligeiro”, com tensões ou sofrimento pontual, preservando funcionalidade no dia a dia; 36% estavam em “urgência moderada”, com quadros persistentes que afetam a rotina e exigem séquito na Unidade Básica de Saúde (UBS); e os 17% restantes tinham “urgência grave”, com prejuízo acentuado e urgência de zelo em serviços especializados, uma vez que os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
O conjunto desses caminhos é o que as autoras chamam de “escalonamento do zelo”.
Duelo da graduação
Segundo a psiquiatra Joana Mendonça, uma das coordenadoras do desenvolvimento da utensílio no Einstein, o grande repto é organizar as redes de atenção a partir das necessidades reais da população, não do que o sistema tem para oferecer.
“A gente precisa saber quais são as pessoas que têm um zelo que, de indumentária, só o profissional pode resolver. Não tem uma vez que a gente colocar os especialistas — psicólogos, psiquiatras, enfermeiros especializados em saúde mental — para atender toda urgência de zelo em saúde mental.”
O processo de desenvolvimento da CuidaSM envolveu ainda oficinas com 73 profissionais de saúde de diversas especialidades, aplicou testes de validação de teor, analisou a estrutura interna com técnicas estatísticas e padronizou escores.
Tudo isso para descobrir uma maneira de mourejar com um problema crescente: só em 2024, houve mais de 471 milénio afastamentos do trabalho por problemas de saúde mental, o maior número em pelo menos uma dez e um aumento de 66% em relação a 2023, segundo dados do INSS tabulados pela iniciativa SmartLab.
A CuidaSM propõe uma mudança na abordagem da saúde mental ao desbancar o protótipo tradicional, fundamentado exclusivamente em diagnósticos psiquiátricos. As questões avaliam dimensões da vida do paciente uma vez que relações sociais, funcionalidade, autonomia, impulsividade, agressividade e espiritualidade — aspectos que determinam o real impacto do sofrimento mental na vida cotidiana. Também há itens relacionados a comportamentos violentos, fundamentais para identificar casos com histórico de violência ou tendência suicida.
“Nós não fazemos perguntas diagnósticas. A graduação aborda dimensões da vida que são afetadas ou afetam a sua saúde mental. E estamos falando sobre saúde mental, não sobre o processo de adoecimento”, explica a enfermeira Ana Alice de Sousa, coordenadora do projeto no Einstein. Essa abordagem permite identificar pessoas em sofrimento que ainda não desenvolveram um quadro depressivo de indumentária, por exemplo, mas que precisam de cuidados para evitar o agravamento da exigência.
Nós não fazemos perguntas diagnósticas. A graduação aborda dimensões da vida que são afetadas ou afetam a sua saúde mental. E estamos falando sobre saúde mental, não sobre o processo de adoecimento
enfermeira e coordenadora do projeto no Einstein Hospital Israelita.
José Eudes Barroso Vieira, diretor de Estratégias e Políticas de Saúde Comunitárias do Ministério da Saúde, ressalta a valimento da utensílio para o sistema público.
“A atenção primária à saúde (APS) é a porta de ingresso preferencial e a coordenadora do zelo em saúde no SUS, inclusive com atuação direta na saúde mental, com identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico, manejo de casos e fala com os demais serviços no contextura da Rede de Atenção Psicossocial. A incorporação da graduação CuidaSM surge uma vez que uma inovação na oferta de orientações para a avaliação das necessidades de zelo em saúde mental com uma abordagem ampliada, que considera múltiplos fatores para além dos sintomas ou diagnósticos”.
Segundo Vieira, o país conta hoje com 55.140 equipes de saúde da família, 36.756 equipes de saúde bucal e mais de 13.000 outras equipes multiprofissionais cofinanciadas, todas potencialmente aptas a utilizar a utensílio.
“A atenção primária tem que conseguir cuidar das condições mais comuns. Ninguém pensa que tem que ter um cardiologista para todo hipertenso, um endocrinologista para todo diabético. Se o CAPS estiver lotado de condições comuns, quem vai atender as condições graves que precisam de mais intensidade e zelo?”, argumenta Mendonça.
O projecto é que a emprego da CuidaSM seja periódica, mantendo o projecto de cuidados do paciente atualizado, uma vez que as necessidades individuais podem mudar ao longo do tempo, explica Sousa. Mais estados, uma vez que São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, devem iniciar a emprego até 2026, com expansão gradativa para abranger todo o território pátrio.
Segundo as autoras, a graduação tem ainda potencial para reduzir o estigma associado à saúde mental. Ao enfocar necessidades de zelo em vez de diagnósticos psiquiátricos, a utensílio tenderia a facilitar a procura por ajuda e a estimular tanto pacientes quanto profissionais de saúde não especializados a abordar questões que antes eram tabu.
O projeto Saúde Pública tem pedestal da Umane, associação social que tem uma vez que objetivo facilitar iniciativas voltadas à promoção da saúde.









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