Os vereadores foram presos durante uma das fases da Operação Fantasma, que investiga um esquema montado para desviar recursos públicos por meio de contratações de servidores da Câmara dos Vereadores de Itarema. A investigação teve início em abril deste ano, em seguida denúncias de uma pessoa que se sentiu prejudicada por não conseguir receber favor previdenciário em razão de um suposto vínculo com a moradia legislativa, que até logo era ignoto pela vítima.
Funcionários contratados também eram obrigados a repassar segmento de seus salários aos vereadores investigados. Servidores parentes de parlamentares prestavam serviços sem nenhum vínculo formal com a Câmara e recebiam os vencimentos em espécie e diretamente dos representantes legislativos na própria Câmara dos Vereadores.








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