Ceará

G1 – Aluno e professora da Unifor criam gel para cicatrização em ferimentos – notícias em Especial Publicitário

A professora Ana Cristina Moreira, coordenadora do Nubex e o aluno
Felipe Sousa. Juntos, eles desenvolveram a pomada, tese de
doutorado de Felipe. (Foto: Ares Soares/Unifor )

Uma considerável parcela da população sofre com problemas de cicatrização, a exemplo dos diabéticos. Pensando nisso, o programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Pós-Unifor, criou um gel à base da semente da fruta-pão e da flor-de-pavão, que procura estugar esse processo. A professora Ana Cristina Moreira e o doutorando em Biotecnologia, Felipe Sousa, comandam as pesquisas, que acontecem no Núcleo de Biologia Experimental, Nubex, da Universidade.

“Em pacientes com o diabetes ou lesões vasculares, a pele ferida geralmente persiste, ocasionando as chamadas feridas crônicas. A diferença do resultado que elaboramos reside na possibilidade de obter diferentes formas farmacêuticas para infligir em diferentes tipos de feridas. A elaboração desses materiais por diferentes métodos de produção permite a elaboração de hidrogéis ou membranas porosas, capazes de carrear e liberar essas lectinas em áreas lesionadas, protegendo a espaço da ferida e permitindo um envolvente favorável ao reparo e regeneração de tecidos”, explica Felipe Sousa, aluno da Pós-Unifor.

A teoria para elaboração de um resultado porquê nascente já havia tido início no ano de 2012, quando, em sua tese de doutorado, a professora Ana Cristina Moreira estudou sobre a fruta-pão. Dessa vez, eles buscam combinar lectinas, proteínas com capacidade de se vincular a carboidratos, e hemiceluloses, que formam as paredes de células vegetais junto com a celulose, e estudar porquê podem potencializar o processo de cicatrização.

Os produtos que serviram porquê base para pesquisa foram de fácil obtenção, enfim, o Brasil, por ser um país tropical, possui grande potencial de produção de recursos naturais. Os pesquisadores da Universidade de Fortaleza, entretanto, explicam que ainda precisam fazer experimentos até que o resultado chegue à população, mas que o objetivo é que o preço esteja aquém dos concorrentes ofertados no mercado, contribuindo positivamente com a sociedade, tornando o resultado atingível a todos.

Felipe Sousa explica que durante seu doutorado teve a oportunidade de ir a Londres desenvolver secção do seu trabalho e, garante, que a infraestrutura oferecida pela Unifor está entre as melhores do mercado. “Os investimentos feitos em pesquisa na Universidade têm levado ao fomento de várias descobertas que podem ter poderoso impacto para sociedade. Sem esse suporte não há porquê caminhar na ciência. Vale lembrar que todos esses investimentos são a longo prazo, e que só agora começamos a colher frutos de trabalhos que começaram há alguns anos”, finaliza Felipe.

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