e Urbanismo da Unifor. (Foto: Registro pessoal)
Escoltar o prolongamento de um fruto durante a sua trajetória é uma das melhores experiências da vida, dizem os pais. Imagine, ou por outra, fazer segmento da vida acadêmica de um fruto, poder dividir no mais vasto significado, o espaço da sala de lição no ensino superior! Pois muito, pensando nisso, a Universidade de Fortaleza buscou histórias de pais e filhos que partilham desse encontro pautado em muito afeto e estudo, evidente.
O engenheiro social, Marcos Zartur Batista, 43, atualmente é aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifor e colega do seu fruto, Lucas Santos, 23. Juntos eles estudam sobre os conteúdos vistos nas aulas e criaram vínculo de ainda mais proximidade. “O veste de poder encontrá-lo na universidade seria mais um ponto em generalidade que compartilhamos, além do que porquê ele era veterano e eu calouro, isso trouxe uma dinâmica dissemelhante já que hoje eu recorro a ele com questões sobre as disciplinas e porquê o curso se desenrola”, afirma Marcos Zartur.
Segundo Lucas, “mesmo com a proximidade de idade entre eu e meu pai, à medida que eu fui entrando na universidade, comecei a saber novas coisas e me aprofundar em um universo dissemelhante do dele. Quando ele entrou já pela segunda vez na universidade, agora mais velho e no mesmo curso que eu, eu acredito que ajudou para diminuir essa intervalo entre nós, pois ele estava agora inserido um pouco mais no meu universo, nos meus ciclos diários, e o mesmo serviu para mim”, enfatiza o estudante.
O professor do curso de Recta da Unifor, Antonio Delano e seu fruto,Delano Tavares, durante a colação de intensidade em Ensino Física,
no ano de 2015. (Foto: Registro pessoal)
Outro relato interessante é do professor Antonio Delano Soares, do curso de Direito da Unifor, que em breve terá o fruto, que também carrega seu nome, porquê aluno. A relação dos dois reflete superação e muito companheirismo: Delano Tavares Cruz nasceu com a audição comprometida (surdez) e o pai nunca mediu esforços para mostrar a capacidade com a qual poderia ressignificar os problemas e se fortalecer diante das situações.
“Participar ativamente da sua formação jurídica é um misto de alegria com a preocupação em possibilitar que ele tenha aproximação, também via tradutor de sinais, das informações fundamentais para a nossa vida profissional. O mundo do silêncio totalidade que ele viveu até abril de 2017 (recebeu um implante coclear recentemente), ou seja, durante 31 anos, tem que ser rompido de forma gradual e responsável pois é porquê ele tivesse nascido agora”, destaca o pai e professor.
Graduado em Educação Física também pela Unifor no ano de 2015, o fruto Delano Tavares Cruz nunca escondeu o sonho em seguir a mesma curso que o pai. “Ele sempre viu esse caminho porquê um grande libido: ser jurista porquê o pai. Desde pequeno sempre demonstrou interesse pela dimensão”, relembra Antonio Delano.
Em entrevista concedida por e-mail, realizada gentilmente com a ajuda da esposa de Delano Tavares, Evellyn Albuquerque, o estudante de Recta nos conta porquê é a expectativa de ter seu pai porquê horizonte professor. “Iniciei o curso de Recta neste semestre, ainda não tive o prazer de tê-lo porquê meu professor, mas daqui para frente se tiver a oportunidade, com toda certeza vai ser uma importante experiência. Meu pai é um grande incentivador, e em tudo que for preciso para ajudar, ele está lá sempre disponível. Ele é um ótimo pai, professor e camarada, mas também serpente bastante em relação aos estudos”, destaca.
E acrescenta: “poderia simplificar em expressar que o impacto dessa verdade é extremamente positivo, mas conviver com duas pessoas com a mesma formação (a mãe também é advogada) ensinando mutuamente obrigações, deveres, honradez, honestidade, e supra de tudo o Recta, isso não tem preço”, finaliza. E, se continuarmos andando pelo campus da Unifor, com certeza, encontraremos muito mais histórias de pais e livros.








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