Econômia

Isenção do IR: quanto vou deixar de pagar? Quando passa a valer? Veja perguntas e respostas

  1 de 2 Imposto de Renda: veja quanto você pode deixar de pagar se recebe até R$ 7.350 — Foto: Arte/g1

g1 em 1 Minuto: IR: calculadoras mostram quanto você deixará de remunerar e o que muda
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sanciona nesta quarta-feira (26), em evento no Palácio do Planalto, em Brasília, a lei que amplia a fita de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 milénio por mês (R$ 60 milénio ao ano).
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de perdão
Além da isenção, o projeto legalizado neste mês pelo Congresso Vernáculo prevê um desconto progressivamente menor para quem ganha até R$ 7.350 mensais — clique cá para calcular quanto você deixará de remunerar.
O texto também estabelece uma cobrança mínima para contribuintes de subida renda (entenda aquém). Com a sanção do presidente, a medida passa a valer em 2026.
Veja nesta reportagem as principais perguntas e respostas sobre o tema.
O que está previsto no projeto?
Quem será impactado?
Quando a isenção passa a valer? Já impacta a enunciação de 2026?
Quanto os trabalhadores vão forrar por ano?
A isenção vale para quem tem um salário líquido ou bruto de R$ 5 milénio?
Quem tem mais de uma natividade de renda pode ser beneficiado?
Quem ganha entre R$ 5 milénio e R$ 7.350 vai remunerar menos imposto?
Uma vez que o governo vai ressarcir essa perda de arrecadação?
Os mais ricos vão realmente remunerar mais imposto?
Haverá alguma mudança no processo de enunciação do IRPF?
Sou CLT e lucro R$ 55 milénio por mês. Vou ser mais taxado?
🧮 Calcule quanto você deixará de remunerar e porquê fica a cobrança para a subida renda
Veja os vídeos em subida no g1:
Veja os vídeos que estão em subida no g1
1. O que está previsto no projeto?
O projeto amplia a fita de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 milénio por mês e estabelece descontos para rendas de até R$ 7.350 mensais.
Para ressarcir a perda de arrecadação, a proposta prevê a tributação da subida renda — quem ganha supra de R$ 600 milénio por ano — com uma alíquota progressiva de até 10%. (entenda mais aquém)
O texto legalizado também isentou da alíquota mínima do IRPF pagamentos, créditos, entregas ou remessas de lucros, ou dividendos, de:
governos estrangeiros, desde que haja reciprocidade de tratamento em relação aos rendimentos auferidos em seus países pelo governo brasiliano;
fundos soberanos;
entidades no exterior que tenham porquê principal atividade a governo de benefícios previdenciários, tais porquê aposentadorias e pensões, conforme definidas em regulamento.
Outrossim, a proposta trata da ressarcimento de estados e municípios, oferece conforto tributário para profissionais que atuam em cartórios — porquê notários e registradores — e cria um mecanismo de ressarcimento sobre lucros e dividendos.
Volte ao início.
2. Quem será impactado?
Segundo o economista Bruno Carazza, doutor em Recta Econômico pela Universidade Federalista de Minas Gerais (UFMG) e comentarista do Jornal da Orbe, murado de 15 milhões de contribuintes serão beneficiados com a novidade medida — seja deixando de remunerar ou recolhendo menos imposto.
Carazza destaca também que um grupo estimado entre 140 milénio e 150 milénio pessoas — aquelas que recebem mais de R$ 50 milénio por mês, ou R$ 600 milénio por ano — passará a arcar com segmento do dispêndio da medida.
Volte ao início.
3. Quando a isenção passa a valer? Já impacta a enunciação de 2026?
Posteriormente aprovação pelo Congresso Vernáculo, o texto ainda precisava da sanção do presidente para entrar em vigor. A assinatura de Lula já era considerada certa, por se tratar de uma promessa de campanha.
Uma vez sancionada, a medida deve valer a partir de janeiro de 2026 — ou seja, impactará os rendimentos em 2026 e a enunciação do Imposto de Renda feita em 2027.
Volte ao início.
4. Quanto os trabalhadores vão forrar por ano?
Uma vez que o g1 já mostrou, a novidade isenção deve gerar ganhos mensais para os contribuintes que se encaixem nas novas regras.
A expectativa é que os trabalhadores que recebem R$ 5 milénio por mês (R$ 60 milénio por ano) tenham ganhos de R$ 312,89 na renda mensal — valor que vai reduzindo gradativamente conforme a renda cresce. Veja a simulação por fita salarial mais aquém.
Volte ao início.
5. A isenção vale para quem tem um salário líquido ou bruto de R$ 5 milénio?
A isenção vale para quem tem rendimentos mensais brutos de até R$ 5 milénio.
Volte ao início.
6. Quem tem mais de uma natividade de renda pode ser beneficiado?
Sim, desde que a soma dos rendimentos tributáveis não ultrapasse os R$ 5 milénio mensais para a isenção.
Volte ao início.
7. Quem ganha entre R$ 5 milénio e R$ 7.350 vai remunerar menos imposto?
Sim. O texto também estabelece um desconto progressivamente menor para quem ganha até R$ 7.350 por mês.
Pela novidade regra, são beneficiados por esse desconto os contribuintes com rendas a partir de R$ 5.001. Assim, quem recebe R$ 7 milénio por mês, por exemplo, deverá ter ganhos de R$ 46,61 mensais e de R$ 605,87 no ano, considerando o décimo terceiro salário.
Já os contribuintes que recebem supra dessa fita não serão impactados pelas mudanças, pois a tábua progressiva do Imposto de Renda não foi alterada. Zero muda também para quem ganha até R$ 3.036 — parcela já isenta pela tábua em vigor.
Veja aquém uma tábua de simulações feita por Welinton Mota, da Confirp Contabilidade:
Imposto de Renda: veja quanto você pode deixar de remunerar se recebe até R$ 7.350
Arte/g1
Volte ao início.
8. Uma vez que o governo vai ressarcir essa perda de arrecadação?
Segundo dados do governo federalista, a expectativa é que a isenção do Imposto de Renda custe R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos em 2026.
Para ressarcir a perda de arrecadação, o governo propõe de utilizar uma alíquota progressiva de até 10% sobre rendimentos anuais superiores a R$ 600 milénio.
ENTENDA: cobrança mínima para subida renda começa em R$ 0,10 com novidade regra
A novidade tributação recai sobre lucros e dividendos, que hoje são isentos do Imposto de Renda. Já quem tem exclusivamente o salário porquê natividade de renda não será afetado, pois continua sujeito à tábua progressiva do IR, com retenção em folha de até 27,5%.
O relator do projeto na Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL), também acrescentou um dispositivo que destina segmento do moeda de arrecadação a estados e municípios.
🔎 De concórdia com o parecer, mesmo com a ampliação da fita de desconto parcial, haverá uma sobra de R$ 12,7 bilhões até 2027. Esse moeda será usado para ressarcir a redução da alíquota da Imposto sobre Bens e Serviços (CBS), instituída pela Reforma Tributária.
Volte ao início.
9. Os mais ricos vão realmente remunerar mais imposto?
Sim. A expectativa é que pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600 milénio — o equivalente a mais de R$ 50 milénio por mês — estejam sujeitas a uma tributação mínima de até 10%, aplicada exclusivamente sobre o valor que ultrapassar esse limite.
Dessa forma, quem recebe um pouco supra do limite pagará uma alíquota reduzida, e o valor do imposto aumentará de forma gradual conforme a renda cresce. Veja alguns exemplos:
Quem ganha R$ 600.001,00 paga murado de R$ 0,10, com alíquota de 0,000017%;
Uma renda um pouco maior, de R$ 600.010,00 ao ano, passa a ter alíquota de 0,000167%, gerando imposto de R$ 1,00;
Quem recebe R$ 601 milénio por ano terá alíquota de 0,0167%, equivalente a R$ 100,17 de imposto;
Com R$ 602 milénio anuais, a alíquota sobe para 0,0333%, resultando em R$ 200,67 de imposto mínimo;
Para uma renda de R$ 605 milénio, a alíquota mínima é de 0,0833%, correspondendo a R$ 504,17 de imposto;
Quem recebe R$ 610 milénio por ano terá alíquota de 0,1667%, com imposto mínimo de R$ 1.016,67;
Com R$ 615 milénio anuais, a alíquota chega a 0,25%, e o imposto mínimo será de R$ 1.537,50.
Uma vez que o g1 já mostrou, a proposta procura emendar uma distorção geral entre os contribuintes de maior renda. Muitos declaram um pró-labore insignificante, sujeito a poucos impostos, enquanto a maior segmento dos ganhos vem da distribuição de lucros, que é atualmente isenta.
Volte ao início.
10. Haverá alguma mudança no processo de enunciação do IRPF?
Ainda não houve definição sobre alguma eventual mudança no processo de enunciação do Imposto de Renda para pessoas físicas que entrem na novidade fita de isenção. A expectativa é que eventuais novas regras devem ser detalhadas pela Receita Federalista depois a sanção da lei.
Volte ao início.
11. Sou CLT e lucro R$ 55 milénio por mês. Vou ser mais taxado?
Não. Quem é CLT tem o imposto retido na natividade, sujeito à tábua progressiva do IR, com desconto em folha de até 27,5%. Ou seja, zero muda.
A novidade regra atinge lucros e dividendos, mas não afeta salários, honorários, aluguéis ou outras rendas que já sejam tributadas na natividade.
Volte ao início.
12. 🧮 Calcule quanto você deixará de remunerar e porquê fica a cobrança para a subida renda
Para entender o impacto real das mudanças, o g1 elaborou, com o suporte da Confirp Contabilidade, duas calculadoras que mostram:
Calculadora da isenção: quanto você vai deixar de remunerar de Imposto de Renda.
Calculadora da subida renda: qual será a cobrança para ganhos anuais a partir de R$ 600 milénio.
Faça as simulações aquém:

Volte ao início.
Notas, moeda, Real, moeda, notas de moeda
Reprodução/Pixabay

Isenção do IR: quanto vou deixar de pagar? Quando passa a valer? Veja perguntas e respostas
Acompanhe as últimas notícias e acontecimentos relevantes de cidades do Brasil e do mundo. Fique por dentro dos principais assuntos no Portal Voz do Sertão, aqui você vai ficar conectado com as notícias.

Deixe seu Comentário

Veja Mais Relacionadas

Nossos Produtos