O Irã emitiu um aviso aos Estados Unidos, afirmando que retaliará caso seja atacado, enquanto protestos em massa continuam a desafiar a autoridade do governo de Teerã, com relatos de crescente repressão e um número alarmante de mortos e feridos.
Retaliações e ameaças
O presidente do parlamento iraniano declarou que Israel e todas as bases militares e navais dos EUA na região se tornarão alvos legítimos se houver um ataque americano ao Irã. Essa declaração surge após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado o país com uma resposta severa caso as autoridades iranianas continuem a reprimir os manifestantes.
Crescimento dos protestos e repressão
Os protestos no Irã, que começaram devido à alta inflação, se espalharam por mais de 100 cidades e vilas. Os manifestantes exigem a derrubada do regime do aiatolá Ali Khamenei. O procurador-geral do Irã classificou os protestos como um ato de "inimigos de Deus", passível de pena de morte. Enquanto isso, Khamenei desdenhou dos manifestantes, chamando-os de "vândalos".
Aumento da violência e bloqueio de informações
Com a intensificação dos protestos, o número de mortos e feridos continua a aumentar. Relatos indicam que mais de 100 pessoas já perderam a vida, incluindo membros das forças de segurança. O governo iraniano impôs um bloqueio à internet, dificultando a comunicação e a verificação de informações, enquanto imagens de confrontos entre manifestantes e forças de segurança começam a surgir na rede.
Destaques:
- Irã promete retaliação caso EUA realizem um ataque.
- Protestos em massa desafiam o governo, com mais de 100 mortes registradas.
- Bloqueio de internet dificulta a obtenção de informações sobre a situação no país.