O advogado-geral da União tem menos de 15 dias para conseguir os 41 votos, mas aliados de Alcolumbre dizem que ele ainda não tem 30 votos na Morada. A decisão de marcar a sabatina logo foi vista uma vez que estratégia posteriormente o presidente do Senado se irritar com Lula por não ter sido consultado sobre a decisão de indicar Messias. O parlamentar tinha seu candidato: Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado.
Aliados dizem que Messias tem um currículo invejável e que ninguém tem um pouco contra ele no Senado, mas o problema é a relação do governo com o Congresso que esfriou de vez. Quem defende Messias no Senado diz que a aprovação dele depende muito mais do Palácio do Planalto do que próprio Messias, que já começou o périplo pelo Senado.
Messias tem se reunido com senadores e já ligou para outros para marcar encontros. Para prometer a aprovação do coligado, Lula vai entrar em campo e, segundo governistas, esta será a prioridade medial do presidente até o final do ano.
Uma das primeiras ações será invocar Alcolumbre para conversar. Lula quer fazer isso nos próximos dias. Aliados afirmam que, se o governo conseguir transferir a sabatina para o ano que vem, já garante um bom respiro ao advogado-geral da União, já que os parlamentares só voltam do recesso posteriormente o Carnaval.
Nos últimos dias, Messias ainda ganhou um reforço de peso: o ministro do STF André Mendonça, que já tinha o bravo nas redes e foi com o indicado em uma igreja evangélica, em São Paulo. O magistrado passou a vincular para alguns senadores de oposição pedindo voto para o atual AGU. Os dois são evangélicos.









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