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Celular à prova d’água: riscos ao usá-lo no mar e na piscina

Entenda a verdadeira resistência à água dos smartphones e os cuidados necessários.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/01/2026 às 07:46 · Atualizado há 9 horas
Celular à prova d’água: riscos ao usá-lo no mar e na piscina
Foto: Reprodução / Arquivo

No verão, muitos usuários se sentem seguros em levar seus celulares para perto da água, especialmente com a certificação de resistência à água que muitos aparelhos possuem. No entanto, essa segurança pode ser enganosa.

Como funciona a resistência à água

A certificação de resistência à água é testada em laboratórios, utilizando água doce e em condições controladas. Isso não reflete a realidade de uma piscina cheia de cloro ou do mar com sal e correnteza.

Riscos no mar

A água salgada é corrosiva e pode danificar componentes internos do celular, causando oxidação e comprometendo a vedação do aparelho. Muitas vezes, os danos aparecem dias depois do contato com a água.

Perigos na piscina

Embora os riscos pareçam menores, o cloro e outros produtos químicos podem danificar a vedação. Além disso, brincadeiras e quedas aumentam as chances de infiltração.

Desgaste natural do aparelho

Com o tempo, o celular pode sofrer deformações e arranhões que comprometem sua resistência. Reparos e quedas também aumentam o risco de infiltração.

Garantia e riscos indiretos

A maioria das fabricantes não cobre danos por líquidos na garantia, o que pode resultar em consertos caros. Outros riscos incluem furtos, superaquecimento e falhas na câmera devido a mudanças de temperatura.

Portanto, mesmo com a tecnologia atual, um celular à prova d’água não é sinônimo de segurança total.

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