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Telescópio captura imagem deslumbrante de “borboleta cósmica”

 Borboleta cósmica é, na verdade, a Nébula planetária NGC 6302 em imagem recente capturada no Chile (Imagem: NSF NOIRLab)

Essa “mariposa cósmica” é, na verdade, a nebulosa planetária NGC 6302, ou Nebulosa Mariposa, onde reside uma estrela anã branca

Mariposa cósmica é, na verdade, a Nébula planetária NGC 6302 em imagem recente capturada no Chile (Imagem: NSF NOIRLab)

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Um telescópio no Chile capturou recentemente uma imagem inédita e impressionante de uma estrutura que se assemelha a uma grande mariposa vagando pelo cosmos. A retrato, que revela detalhes fascinantes do universo, foi divulgada nesta quarta-feira (26) pelo NOIRLab, o laboratório de pesquisa astronômica da Instauração Pátrio de Ciência dos Estados Unidos.

A imagem foi registrada no mês pretérito pelas lentes poderosas do telescópio Gemini South. O objeto celestial em destaque é chamado de Nebulosa Mariposa, uma formação gasosa espetacular que parece uma verdadeira “mariposa cósmica“. O novo registro oferece uma visão privilegiada de um dos fenômenos mais bonitos da nossa galáxia.

Imagem da Nebulosa da Mariposa feita pelo Telescópio Espacial Hubble (Imagem: NASA/ESA/Equipe Hubble SM4 ERO)

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Por que a Nebulosa Mariposa parece uma mariposa cósmica?

  • Localizada na constelação de Escorpião, a Nebulosa Mariposa encontra-se a uma intervalo estimada entre 2,5 milénio e 3,8 milénio anos-luz da Terreno. Para se ter uma teoria da imensidão dessa intervalo, vale lembrar que somente um ano-luz equivale a respeito de 9,6 trilhões de quilômetros;
  • No coração dessa nebulosa bipolar, reside uma estrela anã branca, um remanescente estelar que, há muito tempo, expulsou suas camadas externas de gás;
  • Esse gás descartado pela estrela é o responsável por formar as “asas” que vemos na imagem, criando uma silhueta que lembra uma mariposa;
  • O material se expande e ondula a partir da estrela envelhecida localizada no meio.
A região médio da Nebulosa da Mariposa e seu toro pulveroso, fotografados pelo James Webb, que consegue ver através de grande segmento da poeira e revelar detalhes inéditos (Imagem: ESA/Webb/NASA & CSA/M. Matsuura/ALMA [ESO/NAOJ/NRAO]/ N. Hirano e M. Zamani [ESA/Webb])

É o intenso calor emanado por essa anã branca que faz com que o gás brilhe intensamente, resultando nas cores e formas “ondulantes” capturadas com precisão pelo equipamento no Chile.

Oriente registro astronômico carrega um significado privativo que vai além da ciência pura. O intuito não foi escolhido aleatoriamente pelos cientistas, mas, sim, selecionado por crianças em idade escolar no Chile.

A iniciativa fez segmento das comemorações dos 25 anos de operação do Observatório Internacional Gemini, conectando a comunidade sítio com a pesquisa de ponta realizada no Chile.

Vista aérea do telescópio chileno
Telescópio chileno foi o responsável pelo clique (Imagem: Reprodução)


Bruno Ignacio de Lima

Colaboração para o Olhar Do dedo


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Bruno Ignacio é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Com 10 anos de experiência, é técnico na cobertura de tecnologia e teor perene. Atualmente, é colaborador no Olhar Do dedo.

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Do dedo.


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